Motivos para ser feliz.




O que vem a ser a felicidade? Um estado de euforia? Plenitude infinita? Você se sente infeliz e não sabe porquê? Está entediado, se sente armargurado. Esta é a hora de procurar novos rumos, novos caminhos. Algo que lhe dê a capacidade de sentir alegria e motivação. A motivação nos ajuda a sentir felicidade. 
Dez motivos para ser feliz: - Hoje pela manhã você acordou, é mais um dia para ser vivido, que felicidade, então viva! - Você tem seus familiares e amigos, ou seja, existem pessoas que amam você e sempre te desejam o melhor. - Você é uma pessoa única, importante, coloque em mente que você é especial. - Problemas todos nós temos, isso significa que estamos lutando por algo à conquistar, feliz de quem tem obstáculos para resolver e depois se deliciar com as recompensas.
Não se preocupe com os obstáculos da vida, eles nos fazem crescer. - Você é uma pessoa privilegiada, tem comida, cama, tem um teto, tem família, amigos, tem um trabalho e vive em um país que apesar da violência, não tem guerra. - Felicidade é um estado de espírito, é contagiante, vamos espalhá-la pelos quatro cantos. - A vida é uma dádiva, acredite nisso, você não está nela por acaso… seja otimista, que tudo a sua volta mudará. - Você tem saúde e pode correr atrás dos seus ideais.
- Permita-se… faça as coisas que gosta e sente vontade. - Você existe! Logo pensa! Logo vive! Transmite sensações! Tem essência… Não se convenceu? Comece hoje mesmo sua felicidade. Por que não? Pare por cinco minutos e encontre pelo menos três motivos para ser feliz. Verás que encontrarás, muitos mais dos que os que relacionei aqui. 
-Texto de Monika Balmann-

Taj Mahal - uma história de amor


Umas das 7 maravilhas do mundo, praticamente todos já o viram em inúmeras fotografias, mas o que poucos sabem, é a história que está por detraz deste inigualável monumento. O Taj Mahal, é não mais do que uma ode ao amor e representa toda a eloquência que este sentimento pode ser. Durante séculos, o Taj Mahal inspirou poetas, pintores e músicos que tentaram capturar a sua magia em palavras, cores e música. Viajantes cruzaram continentes inteiros para ver esta esplendorosa beleza, sendo poucos os que lhe ficaram indiferentes.


Como todas as histórias, esta também começa da mesma maneira... Era uma vez um príncipe chamado Kurram que se enamorou por uma princesa aos 15 anos de idade. Reza a história que se cruzaram acidentalmente mas seus destinos ficaram unidos para todo o sempre. Após uma espera de 5 anos, durante os quais não se puderam ver uma única vez, a cerimónia do casamento teve lugar do ano de 1612, na qual o imperador a rebaptizou de Mumtaz Mahal ou "A eleita do palácio". O Príncipe, foi coroado em 1628 com o nome Shah Jahan, "O Rei do mundo" e governou em paz.

Quis o destino que Mumtaz não fosse rainha por muito tempo. Ao dar à luz o 14º filho de Shah Jahan, morreu aos aos 39 anos em 1631. O Imperador ficou tremendamente desgostoso e inconsolável e, segundo crónicas posteriores, toda a corte chorou a morte da rainha durante 2 anos. Durante esse período, não houve musica, festas ou celebrações de espécie alguma em todo o reino.

Shah Jahan ordenou então que fosse construído um monumento sem igual, para que o mundo jamais pudesse esquecer. Não se sabe ao certo quem foi o arquitecto, mas reuniram-se em Agra as maiores riquezas do mundo. O mármore fino e branco das pedreiras locais, Jade e cristal da China, Turquesa do Tibet, Lapis Lazulis do Afeganistão, Ágatas do Yemen, Safiras do Ceilão, Ametistas da Pérsia, Corais da Arábia Saudita, Quartzo dos Himalaias, Ambar do Oceano Índico.

Surge assim o Taj Mahal. O seu nome é uma variação curta de Mumtaz Mahal.. o nome da mulher cuja a memória preserva. O nome "Taj", é de origem Persa, que significa Coroa. "Mahal" é arábico e significa lugar. Devidamente enquadrado num jardim simétrico, tipicamente muçulmano, dividido em quadrados iguais cruzado por um canal ladeado de ciprestes onde se reflecte a sua imagem mais imponente. Por dentro, o mausoléu é também impressionante e deslumbrante. Na penumbra, a câmara mortuária está rodeada por finas paredes de mármore incrustado com pedras preciosas que forma uma cortina de milhares de cores. A sonoridade do interior, amplo e elevado é triste e misterioso, como um eco que soa e ressoa sem nunca se deter.



Sobre o edifício surge uma cúpula esplendorosa, que é a coroa do Taj Mahal. Esta é rodeada por quatro cúpulas mais pequenas, e nos extremos da plataforma sobressaem quatro torres que foram construídas com uma pequena inclinação, para que em caso de desabamento, nunca caiam sobre o edifício principal.

Os arabescos exteriores são desenhos muçulmanos de pedras semi preciosas incrustadas no mármore branco, segundo uma técnica Italiana utilizada pelos artesãos hindus. Estas incrustações eram feitas com tamanha precisão que as juntas somente se distinguem à lupa. Uma flor de apenas sete centímetros quadrados, pode ter até 60 incrustações distintas. O rendilhado das janelas foi trabalhado a partir de blocos de mármore maciço.
Diz-se que o imperador Shah Jahan queria construir também o seu próprio mausoléu. Este seria do outro lado do rio. Muito mais deslumbrante, muito mais caro, todo em mármore preto, que seria posteriormente unido com o Taj Mahal através de uma ponte de ouro. Tal empreendimento nunca chegou a ser levado a cabo. Após perder o poder, o imperador foi encarcerado no seu palácio e, a partir dos seus alojamentos, contemplou a sua grande obra até à morte. O Taj Mahal foi, por fim, o refúgio eterno de Shah Jahan e Mumtaz Mahal. 

Posteriormente, o imperador foi sepultado ao lado da sua esposa, sendo esta a única quebra na perfeita simetria de todo o complexo do Taj Mahal.
Após quase quatro séculos, milhões de visitantes continuam a reter a sua aura romântica... o Taj Mahal, será para todo o sempre um lágrima solitária no tempo.



Leia mais: http://obviousmag.org/archives/2005/08/taj_mahal.html#ixzz1Md7yARxI

Acredite em você!

Não importa do que é o mundo
O importante, são os seus sonhos...
Não importa o que você é
O importante é o que você quer ser...
Não importa onde você está
O importante é para onde você quer ir...



Não importa o porquê
O importante é o querer ...

Não importa suas mágoas
O importante mesmo, são suas alegrias...
Não importa o que você já passou
O passado guarde na sua lembrança ...
Não veja, apenas olhe...
Não escute, apenas ouça...
Não toque, sinta...



O mundo é um espelho
não seja apenas um reflexo
Só acreditando no futuro você conseguirá a paz
para alcançar seu sonhos...
Afinal, o que importa ?
Você importa ...


A subida para o sucesso é uma trilha longa e difícil, portanto, não olhe para trás com medo da altura ou dos perigos que passou e sim com orgulho de tê-los superado e chegado ao topo de seu objetivo. 
(Karla Roberta)




"É muito melhor arriscar coisas grandiosas, alcançar triunfo e glória, mesmo expondo-se a derrota, do que formar fila com os pobres de espírito que nem gozam muito nem sofrem muito, porque vivem nessa penumbra cinzenta que não conhecem vitória nem derrota." 

(Theodore Roosevelt)

Help-me...




Para mim, a melhor coisa no mundo é ajudar alguém. é você ter a sensação de que se morresse naquele instante, morreria realizado e feliz. É você ter a convicção de que nem que tenha sido a última no mundo que você fez, foi algo esplendoroso. é você ter certeza de que você foi um canal de bençãos na vida de outra pessoa. É inexplicável...

Casimiro de Abreu (1839-1860)



Oh! que saudades que tenho Da aurora da minha vida, Da minha infância querida Que os anos não trazem mais! Que amor, que sonhos, que flores, Naquelas tardes fagueiras À sombra das bananeiras,Debaixo dos laranjais!
Como são belos os dias Do despontar da existência! - Respira a alma inocênciaComo perfumes a flor; O mar é - lago sereno, O céu - um manto azulado, O mundo - um sonho dourado,A vida - um hino d'amor!
Que auroras, que sol, que vida,Que noites de melodiaNaquela doce alegria,Naquele ingênuo folgar!O céu bordado d'estrelas,A terra de aromas cheia,As ondas beijando a areiaE a lua beijando o mar!
Oh! dias da minha infância!Oh! meu céu de primavera!Que doce a vida não eraNessa risonha manhã.Em vez das mágoas de agora,Eu tinha nessas delíciasDe minha mãe as caríciasE beijos de minha irmã!
Livre filho das montanhas,Eu ia bem satisfeito,De camisa aberto ao peito,- Pés descalços, braços nus -Correndo pelas campinasÀ roda das cachoeiras,Atrás das asas ligeirasDas borboletas azuis!
Naqueles tempos ditososIa colher as pitangas,Trepava a tirar as mangas,Brincava à beira do mar;Rezava às Ave-Marias,Achava o céu sempre lindo,Adormecia sorrindoE despertava a cantar!
Oh! Que saudades que tenhoDa aurora de minha vida (...)